O novo montante é relativo ao salário inicial dos professores de escola pública, com formação de nível médio e jornada de trabalho de 40 horas semanais.
O Ministério da Educação (MEC) informou, na noite desta terça-feira (6), que o piso salarial do magistério terá aumento de 13,01%. Com o reajuste, o salário inicial passará para R$ 1.917,78 a partir deste mês. O cálculo está previsto na Lei do Piso (Lei 11.738/2008), que vincula o aumento ao percentual de crescimento do valor anual mínimo por aluno, referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano.
O Ministério da Educação (MEC) informou, na noite desta terça-feira (6), que o piso salarial do magistério terá aumento de 13,01%. Com o reajuste, o salário inicial passará para R$ 1.917,78 a partir deste mês. O cálculo está previsto na Lei do Piso (Lei 11.738/2008), que vincula o aumento ao percentual de crescimento do valor anual mínimo por aluno, referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano.
O
novo montante é relativo ao salário inicial dos professores de escola pública,
com formação de nível médio e jornada de trabalho de 40 horas semanais. Segundo
o MEC, nos últimos dias, o ministro da Educação, Cid Gomes, reuniu-se com
representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União
Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e da Confederação
Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).
De
acordo com a lei, a correção do piso reflete a variação ocorrida no valor anual
mínimo por aluno, definido nacionalmente pelo Fundo de Manutenção e
Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da
Educação (Fundeb).
O
piso salarial subiu de R$ 950, em 2009, para R$ 1.024,67, em 2010, e R$
1.187,14, em 2011, conforme números incluídos no site do MEC. Em 2012, o valor
vigente era R$ 1.451. Em 2013, o piso passou para R$ 1.567 e em 2014 foi
reajustado para R$ 1.697. O maior reajuste foi registrado em 2012, com 22,22%.
Para
a Confederação Nacional de Municípios (CNM), o aumento, que tem sido praticado
acima da inflação, representará custo maior com a folha e menos investimentos
em reformas e infraestrutura das escolas, além de outros itens fundamentais à
qualidade do ensino.
Jornal
da Paraíba

