Cuité,
pequena terra hospitaleira,
Meu
torrão, minha pátria idolatrada,
Eu
me sinto feliz e extasiada,
Ao
contemplar-te ereta e sobranceira!
Em
ver-te assim, risonha e alviçaneira,
E
de belezas mil predestinada,
Vejo
que a mão de Deus abençoada,
De
graças te formou, serra altaneira!
A
punjança de teus campos infindos,
E
o encanto dos teus céus azuis e lindos,
Tudo
demonstra graça e singeleza.
És
digna de louvor ou de um poema,
Principesco
ramal da Borborema
Doada
aos homens pela Natureza!
Cuité,
PB. 13 de junho de 1949
Esta
poesia foi composta pela mãe do advogado cuiteense Aristóteles Pessoa e avó do vereador Eliú Pessoa (PP) em 1949, numa prova que a família tem
muito amor por Cuité.
Imagem: Ismael Moura
Imagem: Ismael Moura


