“Fica
marcado como um dos episódios mais fortes de traição da história da política da
Paraíba”, afirmou o secretário.
Na
coletiva, Rômulo disse que em nenhum momento Ricardo conversou com ele sobre o
processo de aliança com o PT e que ficou sabendo através da imprensa da
articulação, na qual foi oficializado o nome de Lucélio Cartaxo (PT) na chapa
na vaga de senador, que estava “apalavrada com o PSD”. No entanto, Luis Tôrres
disse que Rômulo foi avisado e acompanhou pessoalmente todos os passos com
relação às composições políticas.
Tôrres
revelou que o vice-governador, inclusive, colocou a disposição o cargo que
pleiteava dentro da chapa majoritária, para que o governador ‘costurasse’ o
processo de aliança.
“O
que mais surpreendeu foi à justificativa que confronta violentamente a realidade,
pois o vice-governador colocou a disposição o cargo que pleiteava dentro da
chapa majoritária para que o governador costurasse o processo de aliança”,
declarou.
O
secretário acrescentou ainda que Rômulo Gouveia não teve sequer “coragem de
olhar nos olhos do governador Ricardo Coutinho e dizer diretamente o que
motivou o rompimento, que foi orquestrado na calada da noite, entre quatro
paredes”.
“A
Paraíba vai perguntar por anos e anos quais são as razões do vice-governador
para o rompimento, depois de usufruir e compartilhar deste governo durante três
anos e seis meses”, completou.
Blog
do Flávio Fernandes
Com
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