A gasolina aumentou 4% e o do diesel, 8%. Ambos os reajustes são nas refinarias, mas representantes do setor aguardam repasse nas distribuidoras e nas bombas. Desta maneira, haverá incremento médio de R$ 0,10 no litro do derivado de petróleo e de R$ 0,20 no combustível mais consumido por ônibus e caminhões.

Além de o impacto aos motoristas chegar bem rápido, os custos de transporte público, em 2014, e de logística, ainda neste ano, também sofrerão alta.

Com o repasse, destacou o professor de matemática financeira e consultor de finanças da FIAP Marcos Crivelaro, há a tendência de aumento das tarifas de transporte público, no caso do segmento de ônibus, cujo consumo de combustível representa boa parte dos custos das empresas.

A Petrobras explicou, por meio de nota que, entre os objetivos do reajuste, estão segurar o endividamento da empresa e não repassar a volatilidade do mercado internacional ao consumidor.

Em janeiro, a empresa reajustou em 6,6% os preços da gasolina na refinaria, mas o repasse ao consumidor atingiu entre 4% e 5%. Ontem, foi a 21ª alta em quase 12 anos.

Blog do Flávio Fernandes